Quando a nossa profissão também é ser Mãe!

Após o nascimento da Belinha decidimos que eu iria estar em casa a tomar conta dela enquanto ela fosse muito pequenina consequentemente muito frágil, ou seja, comecei a enviar currículos 8 meses após o seu nascimento.

Isto porque no meu anterior emprego, entrava às 13H00 e saía às 22H00 e tinha muitos sábados que trabalhava, era impossível conciliar isto com a realidade das creches em Portugal.

Com algumas condicionantes, actualmente trabalho com horário 09H00 – 18H00, folgas ao fim-de-semana, feriados, isto porque no máximo as creches fecham às 20H00, já a pagar hora extra na creche, não trabalham aos fins-de-semana, e à noite estão sempre fechadas.

Devido a não termos família que nos apoie aqui em Lisboa e o meu “namorido” chegar sempre muito tarde a casa, devido à sua profissão, tivemos de optar por uma creche que fechasse mais tarde e estivesse aberta grande parte do ano.

Na minha procura por trabalho, eu fui muito rigorosa porque já tenho um compromisso para a vida – Belinha – tenho de ter atenção ao assumir outros. 🙂

Notei, nos vários empregadores, que o facto de ser mãe era algo que suscitava muito interesse, claro que deve ter, mas apenas como realização pessoal da pessoa que estamos a entrevistar e não como obstáculo à contratação

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Alexandra Catarino
Autor

Office Manager numa empresa de biotecnologia, engenheira química de formação, contabilista da casa e uma mãe galinha mas ternurenta! Assim me apresento neste meu blogue, onde vou partilhar com vocês as dicas e regras que sigo para manter o meu UNIVERSO COR-DE-ROSA

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